quarta-feira, 9 de maio de 2012

Grupo de Estudos - Vale do Ribeira

Primeiro Encontro de Practitioner do CENTRO DE ESTUDOS VENCER no Vale do Ribeira, realizado em 08/05/2012.

Parabéns a todos os Participantes.

Aprendizado é um Ciclo Sem Fim!

"Muita coisa boa vai acontecer, 
e queremos estar preparados para quando as oportunidades aparecerem."

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Metáfora - Intenção Positiva

Era uma vez uma família muito feliz em um lugarejo muito distante. Todos eram alegres e saudáveis.


 Com o decorrer dos anos, todos cresceram e procuraram formar suas famílias. Porém, a filha caçula, então com 20 anos, ainda continuava solteira, pois constantemente tinha um quadro febril que a deixava acamada por vários dias.


Seus pais davam vários chás caseiros que reduzia a febre temporariamente. Desesperados, os pais procuraram o sábio mais antigo do lugarejo.


Após tomar conhecimento do fato, disse então o sábio:
“Apesar de todos os esforços conhecidos e aplicados, sugiro que a levem a um médico, na cidade, pois este sintoma quer dizer algo”.


A família levou a filha ao médico e após vários exames foi constatada uma infecção e teve que ser submetida a uma cirurgia.


Após totalmente curada, ela foi ao sábio agradecer a orientação e ouviu dele o seguinte:
“Por mais que conheçamos nosso corpo, todo comportamento diferente em nosso organismo reage através de sintomas. Portanto, a febre tinha a intenção de alerta-la sobre algum problema em sua saúde”.


Diante daquele ensinamento, ela começou a observar melhor as reações de seu corpo e desde então ficou saudável. Constituiu família e todos viveram felizes para sempre.


Por:  Por: Sérgio Marchesin Filho - Practitioner 05 
Metáfora criada para o Grupo de Estudos de Practitioner

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

PRACTITIONER'S PRESENTES NO 11º GRUPO DE ESTUDOS realizado em 06/10/2011.


Quero parabenizar os presentes em nosso 11º Grupo de Estudos dos PRactitioners em PNL.
Marcia Novelli surpreendeu em seu excelente relaxamento, Marcinha foi maravilhoso o compartilhar de seu "Conto".
Paulinho e Órion excelentes na condução do Exercício e Sérgio sua presença é sempre enriquecedora.
É isso, simples assim é um PRACTICANTE em PNL.
Um presente para quem visita o BLOG, apreciem as METÁFORAS criados pelo grupo!!!

Nos vemos em breve!!!!

"Seu tempo é limitado, então não gaste vivendo a vida de outra pessoa. 
Não fique preso pelos dogmas, que é viver com os resultados do pensamento dos outros. 
Não deixe o barulho da opinião dos outros afogar sua própria voz interior. 
E o mais importante, tenha a coragem de seguir seu coração e intuição. 
Eles de alguma maneira já sabem o que você realmente quer ser. 
Todo o resto é secundário." - 
Steve Jobs

Metáfora: Como Amar é importante

Era uma vez uma cidadezinha bem pequenininha no interior da Itália. A cidade era tão pequena que todos os moradores se conheciam. 


Lá, vivia uma velha senhora que tinha se mudado para lá, sozinha, ainda quando era jovem. Ela não tinha contato com ninguém da comunidade e as pessoas da cidade diziam que ela era uma pessoa encrenqueira, difícil, ranzinza e insuportável. Sempre que as pessoas tentavam se aproximar dela, eram maltratados, agredidos e xingados. E com isso as pessoas iam se afastando... 


Um belo dia, essa senhora amanheceu muito doente e as pessoas da cidade, por terem sido maltratadas, estavam tristes e magoadas e não queriam cuidar dela. 


Uma jovem menina, sensibilizada com a condição da velhinha, resolveu levar comida para a senhora. 


Ao chegar, bateu na porta e pediu para entrar. 


A velhinha com a pouca voz que lhe restava disse: 
- Suma daqui, não preciso de favores e nem da compaixão das pessoas. 


A menina, apesar do choque, resolveu que não iria desistir e percebeu que a porta estava aberta e entrou assim mesmo. 


A velhinha ao vê-la ia começar a xingar para que ela fosse embora, mas ao ver as flores que a mesma trazia e sentir o cheiro da sopa, que a menina e sua mãe haviam feito, se emocionou e começou a chorar. 


A jovem menina arrumou a bandeja com as flores e a sopa e levou até a senhora. 


Ao se aproximar da velhinha disse: 
- Trouxe essas flores e essa sopa com muito carinho e Amor para você.


 A velhinha se emocionou e disse:
- Quanto tempo, da minha vidam gastei fugindo do amor e do carinho das pessoas, pelo simples medo de sofrer e ser magoada. Perdi toda minha família numa tempestade e a partir daquele dia decidi que não amaria mais para não sentir a dor da perda. Tinha me esquecido de como Amar é importante e que se sentir amado também. Obrigada.

Por: Márcia Novelli - Practitioner 05
Metáfora criada para o Grupo de Estudos de Practitioner - 11º 

Metáfora - Reino da Vida

Era uma vez uma pequena e linda princesa que vivia no Reino da Vida. 


 O Reino da Vida era cheio de atividades e pessoas de todos os tipos. 


 Neste Reino todas as pessoas podiam expressar suas opiniões e escolher os grupos para convívio que melhor lhe agradassem. 


 Ao mesmo tempo em que as pessoas pudessem expressar suas opiniões e escolher suas opções no Reino da Vida, existiam as Leis Máximas do Reino. 


 Estas Leis eram perfeitamente conhecidas por todas as pessoas do Reino e serviam para harmonizar o povo do Reino da Vida. 


A pequena e linda princesa também conhecia todas as Leis Máximas do Reino da Vida, contudo vivia criando situações para quebrar as regras contidas nas Leis Máxima do Reino. 


Esta situação com a princesa criava muitos problemas para seu pai o grande Rei do Reino da Vida, que tinha que dar os melhores exemplos para seu povo e ser o maior seguidor das Leis Máximas do Reino da Vida. 


O Rei era muito preocupado com seu povo e sempre vivia ocupado e apesar de conseguir resolver todos os problemas do Reino da Vida, não encontrava tempo para estar mais próximo da princesa para passar seus ensinamentos. 


 O Rei sabendo dos problemas da pequena princesa foi procurar a ajuda do Grande Mago do Reino da Vida e logo perguntou para o Mago: “ Que acontece com a minha filha? Por que ela não segue as Leis Máximas e só arruma problemas no Reino?” 


O Mago respirou fundo e imediatamente olhou no fundo dos olhos do Rei e disse: “Tudo tem um motivo”. Aquela pequena resposta do Mago despertou no Rei uma série de pensamentos e reflexões. 


 A partir daquele dia o Rei passou a conversar mais com sua pequena princesa e a entender suas necessidades. 


A pequena princesa passou pouco a pouco a respeitar a Leis Máximas do Reino da Vida e viveu muito anos e muito feliz ao lado de seu pai no Reino da Vida.

Por: Marcelo Novelli - Practitioner 05
Metáfora criada para o Grupo de Estudos de Practitioner - 11º 

Metáfora - Haverá sempre uma boa intenção

Em uma cidade bem parecida com a nossa, havia um pai e um filho, muito tristes com a perda recente de sua esposa e mãe... A tristeza se fax pelo fato de que era ela a responsável pelo "meio-termo" na casa. O pai, um militar reformado, com todas as suas regras e disciplina, era uma pessoa bastante dura, devido às intempéries da vida. O filho, entrando na adolescência, era a encarnação da vontade dos jovens, ansiando por conhecer e experimentar todas as experiências que o mundo tem a oferecer... 


Um dia, olhando pela janela de sua casa, ele se deu conta de que havia, na praça ao final da rua, um grupo de jovens que sempre se reunia por lá... Seu pai, vendo a ânsia de seu filho em seus olhos brilhantes, se resumiu a falar "não" para seu filho... E, essa situação vai se arrastando por algum tempo, até que, cheio de coragem, curiosidade e inocência, o filho desobedece seu pai e junta-se ao "grupo da praça"... Após algum tempo conversando, eles decidem sair da praça, para "algum lugar mais interessante", e o filho, prontamente, decide por acompanha-los... Durante a caminhada, cresce dentro dele uma grande raiva de seu pai, que se dava o direito de proibi-lo de andar ao lado de pessoas tão interessantes... Foi quando, sem mais nem menos, ele sente uma forte dor na nuca, e se percebe rodeado por seus "amigos" que o agrediam a socos e pontapés, enquanto tiravam suas roupas e levavam tudo que tivesse algum valor... 


Foi ali, em uma rua próxima de sua casa, nú e agredido, que ele se deu conta de que, mesmo sendo hostilizado pelo filho como uma pessoa intransigente, e agindo com ele como ele deveria fazer no quartel com seus soldados, a recorrente negação de seu pai ao acompanhamento desse grupo deveria se dar pelo fato de que, de alguma forma, seu pai sabia que a índole daquele grupo não era das melhores... Resignado e dolorido, ele se levanta, se cobre com jornais jogados pela rua e vai para casa. La chegando, encontra seu pai aos prantos, e se dirige a ele correndo para lhe dar um forte e amoroso abraço. 


 Recebendo esse abraço, o pai diz ao filho: 
- Desculpe, meu filho! Eu deveria ter percebido o seu desejo em saciar sua curiosidade e ter permitido que você conhecesse aquelas pessoas por si mesmo... Dessa forma, você aprenderia de sua forma, o melhor para você... 


 Ao ouvir isso, o filho responde a seu pai: 
- Pai, eu deveria ter lhe ouvido e percebido que sua negação era para o meu bem, e ter lhe avisado de minha saída. 


 E, nesse abraço, selou-se uma promessa entre pai e filho, de perceberem sempre que, por trás de algo que os incomodem, haverá sempre uma boa intenção.

Por: Orion Falcone - Practitioner 05
Metáfora criada para o Grupo de Estudos de Practitioner - 11º 

Metáfora - Cada um faz sua parte

Todos os dias pela manhã aquela senhora contava as moedas que tinha na bolsinha já surrada pelo tempo e ia até a padaria.


Todos os dias ela comprava 3 pães: 1 para ela e 1 para o marido. Restando sempre um pão. Um dia, curioso o dono da padaria perguntou:
“Por que a senhora não leva mais 1 pão, assim você e seu marido comem 2 pães no café da manhã?”.


 A senhora simpática olhou para o moço e disse:
“Eu e meu marido só comemos 1 pão no café da manhã. É recomendação médica. Eu levo sempre 1 pão a mais para quando alguém bate a minha porta dizendo que está com fome”.


Surpreso então o dono da padaria indagou:
“E a senhora acha que pode acabar com a fome comprando sempre 1 pão a mais?”.


Paciente e educada a senhora respondeu:
“Claro que não, meu filho! Mas posso pelo menos alimentar 1 pessoa, agora você poderia alimentar muito mais com os pães que sobram na sua padaria no final do dia”.


E assim, dia após dia, aquela simples senhora voltava a padaria para comprar seus 3 pães diariamente.

Por: Por Letícia Ferreira – Practitioner 03
Metáfora criada para o Grupo de Estudos de Practitioner - 11º 

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Metáfora... Quanto custa seu pensamento?



Um empresário muito famoso conhecido por ser muito arrojado com suas ideias vem fazer um seminário na cidade.
O empresário sempre começa seu seminário fazendo a pergunta que todos estão esperando.
“Quanto custa seu pensamento?” 
Ele afirma que, se você responde todas as suas perguntas ou questionamentos sobre seu pensamento e se, ainda quiser vende-lo, ele compra.
Qual a ideia ou pensamento que você acha mais estranho que está passando na sua cabeça nesta ultima semana?
Vai prejudicar alguém? Sim (  ) ou Não (  ). Se for descarte a ideia.
Como ele foi parar ai na sua cabeça?
Foi seu inconsciente ou seu consciente que criou?
Foi seu coração ou sua mente que criou?
Quem está envolvido diretamente?
Você já compartilhou com alguém?
Ele simplesmente apareceu de dia ou você acordou com ele na sua mente?
Porque ele ainda está na sua mente?
Quem o colocou na sua mente?
Olhe bem lá na frente e diga se ele ainda pode existir?
Depois de todas as respostas o empresário fala.
Todos nós temos as nossas possibilidades, capacidade e merecimento.
Deus nunca faz um ser humano igual ao outro.

“Cada um de nós tem dentro de si uma coisa maior do que é capaz de imaginar”

“As nossas atitudes são mais importantes do que os fatos.”

“Todas as coisas são possíveis para aquele que acredita.”

Depois de todos os questionamentos, o empresário pergunta:

“E AGORA VOCÊ AINDA QUER VENDER SEU PENSAMENTO?”


Por: Paulo Cezar Simoni
Practitioner em PNL e Coach de Vida
Encontro de Practitioner 010